Ao longo dos anos tenho tido o privilégio de acompanhar pessoas muito diferentes entre si. Chegam à Ativalma em momentos distintos das suas vidas, com desafios diferentes, histórias diferentes e perguntas diferentes.
Algumas procuram compreender porque vivem em constante ansiedade. Outras sentem que repetem sempre os mesmos padrões nas relações. Há quem se sinta perdida, bloqueada ou exausta de lutar contra si própria. Há ainda quem, apesar de já ter feito terapia, formações ou outros percursos de desenvolvimento pessoal, continue com a sensação de que compreende aquilo que lhe acontece, mas não consegue transformar verdadeiramente a forma como vive.
Nenhuma destas pessoas procurava um método.
Procuravam compreender aquilo que estavam a viver.
As histórias que encontras nesta página não pretendem mostrar percursos perfeitos nem resultados extraordinários. Cada pessoa vive o seu processo de forma única e ao seu próprio ritmo. O objetivo é apenas mostrar como uma nova forma de compreender a experiência humana pode abrir espaço para novas escolhas, novas possibilidades e uma relação diferente consigo própria.
Por respeito pela privacidade de quem confia na Ativalma, alguns nomes e detalhes foram alterados.
Quando a Ana chegou à Ativalma sentia-se profundamente cansada. Tinha lido livros, participado em vários programas de desenvolvimento pessoal e compreendia racionalmente muitos dos seus comportamentos. Ainda assim, continuava a viver presa aos mesmos ciclos de exigência, culpa e autocrítica.
Durante o Percurso Individual começou a perceber que o problema não estava na ausência de conhecimento, mas na forma como organizava a sua experiência. Pela primeira vez conseguiu compreender a relação entre aquilo que pensava, sentia e fazia, deixando de olhar para si própria como alguém que estava constantemente a falhar.
No final do percurso disse-me uma frase que resume muito daquilo que procuramos construir na Ativalma:
"Passei anos a tentar mudar quem era. Hoje percebo que aquilo de que precisava era compreender-me."
A Joana chegou à Escola Ativalma depois de vários anos de estudo na área do desenvolvimento pessoal. Sentia que tinha acumulado muito conhecimento, mas faltava-lhe uma estrutura que lhe permitisse integrar tudo aquilo que tinha aprendido.
Ao longo do Percurso I começou a compreender a lógica do Método Do Caos Interior à Clareza e encontrou aquilo que descreveu como "um mapa para organizar aquilo que antes parecia disperso".
No final do percurso partilhou:
"Pela primeira vez senti que as diferentes áreas da experiência humana deixavam de estar separadas e começavam a fazer sentido como um todo."
A Marta procurou a Ativalma porque sentia que a ansiedade condicionava praticamente todas as áreas da sua vida. Vivia constantemente em alerta, tinha dificuldade em colocar limites e sentia uma enorme necessidade de controlar tudo o que acontecia à sua volta.
Ao longo do acompanhamento não procurámos eliminar a ansiedade. Procurámos compreender a função que ela desempenhava na sua experiência e a forma como influenciava as suas escolhas e relações.
À medida que foi compreendendo esse funcionamento, começou naturalmente a responder de forma diferente às situações do dia a dia.
Meses depois escreveu-me:
"A minha vida continua a ter desafios, mas já não sinto que sou arrastada por eles. Hoje sinto que tenho espaço para escolher."
A Carla entrou na Escola Ativalma porque gostava de estudar desenvolvimento humano e queria aprofundar esse conhecimento. Não procurava uma transformação pessoal específica. Procurava compreender melhor a experiência humana.
À medida que foi avançando nos diferentes percursos, percebeu que esse conhecimento começou naturalmente a refletir-se na forma como comunicava, tomava decisões e se relacionava com as outras pessoas.
Foi essa integração que a levou, mais tarde, a continuar o seu caminho na Escola de Facilitadores.
Quando terminou o Percurso II escreveu:
"Aquilo que mais mudou não foi aquilo que sei. Foi a forma como passei a olhar para mim e para os outros."
É precisamente isso que mais gosto no trabalho que desenvolvo.
O Método Do Caos Interior à Clareza não procura encaixar as pessoas em categorias nem aplicar soluções iguais para todos. Cada percurso é construído a partir da realidade, da história e das necessidades de quem procura a Ativalma.
É por isso que não prometo resultados rápidos nem transformações iguais para todas as pessoas.
Aquilo que posso oferecer é um espaço de trabalho sério, estruturado e profundamente respeitador da singularidade de cada pessoa, onde o objetivo não é dizer-te quem deves ser, mas ajudar-te a compreender aquilo que estás a viver para que possas construir as tuas próprias respostas.
Talvez te revejas em alguma destas histórias. Ou talvez a tua experiência seja completamente diferente.
Em qualquer dos casos, o ponto de partida será sempre o mesmo: compreender antes de tentar mudar.
Se sentes que este trabalho pode fazer sentido para ti, convido-te a marcar uma primeira conversa. Será um espaço para falarmos sobre aquilo que estás a viver, esclarecer dúvidas e perceber, com toda a honestidade, se a Ativalma é o lugar certo para te acompanhar neste momento da tua vida.